Wall-E e EveFoto: reprodução |
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A minha teoria é de que o Wall-E é um nerd (segundo o estereótipo do cara desengonçado, espinhas e óculos fundo de garrafa) e a Eve é uma geek, mais descolada, um tanto fashion. Ok, isso é o mínimo que se espera de uma robozinha cujo design teve os dedos de Johnny Ive, o guru de design da Apple, responsável pelo desenho de nada menos que o iPod.
Mas Wall-E também tem a maçã em seu DNA. Quando termina de recarregar sua bateria, emite o som de boas vindas de um Mac. Chega aqui para ouvir.
Do que eu estou falando? Ai, ai. É do filme Wall-E, que está em cartaz aqui na província e, se vocês não viram ainda, façam o favor de correr para o cinema.
Sabe aquele papel de parede típicos dos Macs que mostra a Terra e as estrelas? Tu vês esse cenário no filme, igualzinho. Também não podia faltar aparição de um iPod – é usado pelo robozinho para assistir a uma seqüência de Alô, Dolly.
O The New York Times diz aqui (em inglês) que Wall-E é uma homenagem a Jobs. A produção é da Disney/Pixar. Para quem não lembra, a Pixar foi co-fundada pelo titio Steve e depois vendida para Disney. Por causa disso, Jobs é um dos principais acionistas da Disney e também membro do conselho de diretores.
Mas o longa vale a pena não só por causa das referências à Apple, mas porque a história é meiga.
Não deixem de conhecer o robozinho que tenta limpar o lixão no qual a Terra se transformou em 2700. Ele quase não fala, é amiguinho de uma barata (!!!) e ainda se apaixona por outra robozinha. Ok, a gente também se apaixona por ele.
Taí o trailer:
O colega Alexandre de Santi fez uma reportagem sobre o iPhone para a Zero Hora deste domingo. E eu prometi postar aqui no blog alguns vídeos sobre o mundinho da Apple.
Começo com o trailer do documentário MacHeads, sobre fãs de Macintosh.
O vídeo abaixo eu já tinha postado aqui no blog e mostra uma criança “ensinando” como usar um iPhone.
E será que um liquidificador dá conta do iPhone?
A Apple é de 1976, ano em que lança o Apple I, mas o primeiro computador da linha Macintosh é de 1984. Este aí foi o comercial dele:
Por último, o vídeo que eu e o professor-doutor André Pase gravamos esta semana aqui na redação de Zero Hora mostrando alguns destaques do iPhone. Notem que o vídeo está no YouTube (sim, hoje eu não estou a fim de ser insultada pelos leitores deste blog por causa da ferramenta de vídeos da firma).
Foto: Adriana Franciosi, banco de dados, ZH |
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Na boa, o Ceitec (a saber, a fábrica de chips lá na Lomba do Pinheiro) é importante demais para que a sua presidência seja um cargo político. Como eu quero o bem do chip gaúcho, acredito (ingenuamente) que algum dia um cara que realmente saque de microeletrônica vá ficar à frente dessa empresa. Há esperança. Sérgio Souza Dias deixou a presidência do Ceitec para assumir a Diretoria de Geração da CEEE (de novo,cargo político?). Pois é. Tinha um certo professor de microeletrônica da Ufrgs que eu queria ver à frente do Ceitec. O cara é ótimo. Quem escolhe o novo diretor-presidente é o ministro da Ciência e Tecnologia a partir de uma lista tríplice elaborada pelo Comitê de Busca (seja lá o que isso for). M-E-D-O!
Foto: Adriana Franciosi, banco de dados, ZH |
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Esta foto aí é de banco de dados, mas dá para ter uma idéia da muvuca que é o epicentro da pirataria aqui na província, na Praça XV. Estive lá hoje de tarde, fazendo uma ''pesquisinha básica" para uma reportagem que será publicada na próxima quarta-feira no ZH Digital. Saí do carro do jornal, segurei firme a bolsa e respirei fundo. Não gosto daquele lugar. Ok, isso eu tiro de letra, porque não são uns #&*#% quaisquer que vão me intimidar, mas blog também serve pra gente desabafar, né. A propósito, acho que a matéria vai ficar bem legal.É gente feia, mal-encarada (por favor, Vanessa, não seja preconceituosa, o ambiente é sujo, sim, daí a sensação de que o lugar é feio, mas jamais diga que as pessoas são assim, afinal, emitir esse tipo de opinião - desculpaí, foi preconceituosa, estou tentando consertar - abre brechas para que alguns leitores deste blog baixem o nível aí na caixa de comentários), uns caras nojentos te despindo toda com os olhos, te chamando de "meu anjo", "meu amor".
Ao abrir o meu Google Reader hoje, fui direto na pasta “blogs oficiais”, como eu faço todos os dias, ainda de pijama, enquanto tento acordar à base de muito café forte. Tinha lá um post da Fundação Mozilla comunicando que o Firefox 3 teve o recorde de software mais baixado em 24 horas CONFIRMADO pelo Guinness: 8.002.530 de vezes. Ah, legal.
Só que na mesma pasta, tinha um release da Pew Internet & American Life Project com números BEM INTERESSANTES sobre a internet no Tio Sam.
Em maio, 55% dos americanos adultos tinham banda larga em casa. A conexão discada é usada por somente 15% dos internautas residenciais.
Deu até vontade de comparar com a internet tupiniquim, por mais deprimente que fosse...
No Brasil, segundo dados de 2007 do Comitê Gestor da Internet, 59% da população NUNCA acessou a internet (não estou nem falando em ter conexão em casa, mas de gente que nunca navegou na web seja em uma escola, lan house ou telecentro). Quem sabe um dia a gente chega lá, né? Afinal, como é mesmo: sou brasileira e não desisto nunca?
Ah, sim, e falando em coisas deprimentes, como tá feio o tempo em Porto Alegre, hein. Ô dia bom pra ficar nerdeando de pijama... :-(
Foto: reprodução |
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Trata-se da tradicional Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip. A edição deste ano - que começa hoje à noite e segue até domingo - está megahi-tech. As mesas de debates serão transmitidas ao vivo pela internet, neste endereço aqui. A Flip também conta com um canal no YouTube para publicar vídeos do evento. Confere aqui. E, claro, tem até blog para mostrar os bastidores do evento, em blogdaflip.wordpress.com. Como diz um título de um post publicado lá, "Se você não vai até a Flip, a Flip vai até você".
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Nem é implicância minha. A atualização do Twitter via GTalk, que eu achava bem legal, não funciona faz um tempão. E cada vez mais pipocam estas mensagens de serviço fora do ar. Joguei a toalha. Mas até teve um dia em que resolvi levar o Twitter a sério. Faz tempinho. Decidi acompanhar as discussões que rolam por lá instalando uma extensão no meu Firefox para recebê-las automaticamente. Acho que não durou um dia, porque logo me irritei com aqueles avisos. Não adianta, não consigo achar muita graça nisto de microblog. Talvez porque eu não tenha mesmo muito o que dizer por lá. Mas tem gente que faz um uso bem legal dessa ferramenta. E eu estou em busca dessas histórias. Se souber, passa aí nos Comentários para me contar.
Foto: Daniel Marenco, ZH |
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Cuidado para não levar um susto na quarta-feira quando pegar o ZH Digital. O caderno ganhou um novo projeto gráfico. Ficou mais moderno. A foto de capa está bem legal, resultado de uma criativa produção do fotógrafo Daniel Marenco. As duas imagens acima são dos bastidores da função. A primeira foi feita aqui no estúdio de fotografia que tem na redação, e a outra em um carro do jornal a caminho do Colégio Província de São Pedro, onde fui entrevistar a galerinha animada que estampará a capa do próximo ZH Digital. * O caderno traz ainda uma entrevista exclusiva com o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy. Ele desembarcou aqui na província na semana passada, para palestrar para executivos de TI, e conversou comigo sobre software livre, Windows Vista, a plataforma Live e a presença da gigante no Estado. Não deixem de conferir!
Foto: Vanessa Nunes |
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Os primeiros modelos de iPhone chegaram às lojas da Apple nos EUA há exatamente um ano.
Lembram o auê que foi?
Tava pensando. O iPhone 3G estará em disponível no dia 11 em 22 países (Brasil ainda não), e será que novamente vai ter applemaníaco acampando diante das lojas à espera do produto?
A propósito, parabéns, iPhone. Leia-se, parabéns, titio Steve.
Agora falta pouco. É hoje o último dia do titio Bill como funcionário em tempo integral da Microsoft. E, conforme prometido nas páginas de ZH (em reportagem disponível aqui e aqui), compartilho neste blog alguns sucessos do YouTube.
Começando pelo trailer (em inglês) de Piratas do Vale Silício, que relata o início da Apple e da Microsoft. Pois é, eu gosto tanto desse filme que já perdi a conta de quantas vezes eu vi.
No YouTube também tem, em português, os primeiros nove minutos do filme.
O vídeo abaixo (legendado) eu já postei aqui no blog em março, mas vale a pena repetir. É Bill Gates em momentos que possivelmente ele gostaria de esquecer.
Também já postei aqui no blog o vídeo (em inglês) que ele apresentou na CES deste ano mostrando como seria seu último dia na Microsoft. Abaixo segue uma tosca versão legendada.
Claro, também circula na internet o vídeo do momento em que Gates leva uma torta na cara em Bruxelas (Bélgica), em 1998.
E fica a dica. Coloquem o nome Bill Gates na busca do YouTube ou DailyMotion e se divirtam.
Não confio e ponto. Sempre que eles podem, tentam te enrolar. Claro que muitas vezes o problema é mesmo aquela pecinha que fica na frente do computador, o usuário. Só não gosto quando tentam me tirar para ignorante em informática, porque pra isso eu não sirvo. E muitas vezes chega a ser divertido, porque te dizem cada pérola. Ok, ok, também não dá para generalizar (como tudo na vida, né). Mas o assunto deste post, na verdade, é para ser outro: o quanto fiquei impressionada com uma pesquisa da Cyber-Ark que apontou que UM TERÇO dos profissionais de TI abusa das senhas administrativas para bisbilhotar a vida dos colegas - acessam informações confidenciais, como, por exemplo, o salário e o e-mail de terceiros. Olhem só que forte a declaração que Mark Fullbrook, diretor da Cyber-Ark, deu à agência Reuters: _ Para a maioria das pessoas as senhas administrativas são ferramentas aparentemente inofensivas utilizadas pelo departamento de TI para atualizar ou corrigir o sistema. Para aqueles que têm o conhecimento, estas senhas são a chave do cofre. Enfim, é o Big Brother corporativo. A propósito, não custa repetir: toma cuidado com o que fazes na internet da firma. Velho exemplo: o Messenger tá liberado, ótimo, mas não esquece que teus papos podem ser facilmente monitorados.
Foto: reprodução |
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Aqui na redação de ZH a gente tem um colega que cultivava o hábito de caminhar lendo, chegou a bater a cabeça em uma árvore, poste ou placa (minha fonte não lembra direito). Uma situação parecida, em versão geek, seria usar este suporte para laptop aí da foto e tropeçar. Ia ser uma tragédia, eu sei: não basta, sei lá, torcer o pé, imagina quebrar o laptop... De qualquer forma, este produto está lá na loja online preferida dos nerds, a Think Geek, por 40 dólares (mais frete). A dica foi achada no BlueBus.
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Conforme prometido hoje nas páginas do ZH Digital, é só chegar aqui para pegar o Guia do Firefox 3, em português.
Mas o assunto principal deste post é outro. A reportagem de capa do caderno até citou que a comunidade de usuários do navegador tem organizado festas por todo o mundo para comemorar a nova versão da raposa. O que eu não disse lá é que TAMBÉM VAI TER FESTA EM PORTO ALEGRE.
Foi organizada e divulgada a partir do Ning, em http://festasfirefox.ning.com.
Será SÁBADO, a partir das 21h, no Barbatana. Quem mandar o nome para a lista (festa.rs@mozillabrasil.com) paga menos (R$ 5).
Não adianta. A semana é do titio Bill. Aos 52 anos, com fortuna de 58 bilhões de dólares, ele dá adeus ao dia-a-dia na Microsoft na sexta-feira e, depois de umas férias, se dedicará à filantropia. Zerohora.com pergunta o que você faria se estivesse no lugar dele. Para participar, é só opinar neste mural aqui.As melhores respostas serão publicadas na edição impressa de ZH.
Com dois mil participantes, Campus Party Colômbia ocorre até domingo em BogotáFoto: divulgação |
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Começou ontem em Bogotá a Campus Party Colômbia.
Lembra? A versão tupiniquim rolou em fevereiro. Eu e outras 3 mil pessoas acampamos durante uma semana na Bienal do Ibirapuera em São Paulo, em um evento 24 horas que oferecia conexão à internet de 5 giga.
Pois é. A Campus Party, que ocorre há 11 anos na Espanha, segue firme em seu movimento de internacionalização, iniciado em 2008 com o Brasil.
A versão colombiana conta com 2 mil inscritos. O blog oficial (em espanhol) fica aqui.
Mas pelo que andei vendo das fotos de divulgação do evento, o nosso Campus Party dá de 10.
Eu sei: deixa de ser bairrista, Vanessa.
Foto: reprodução |
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Prestes a se aposentar, o titio Bill concedeu à revista Fortune fotos suas exclusivas. Entre as pérolas, uma em que aparece vestido de super-herói. Em outra, aos nove aninhos, esbanja este sorrisão aí. Imperdível. Neste link aqui. A reportagem, com o título Gates sem a Microsoft, está aqui (em inglês).
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Era para eu ter postado isso um tempinho atrás, mas sabe como é, a idéia de fazer o post foi ficando de um dia para outro e... a engenhoca aí das fotos até já deve ter sido desmontada.
Trata-se de uma espécie de túnel virtual ligando Londres a Nova York. Em um lado, tu vias imagens de quem estava do outro.
A instalação chama-se Teletroscope e foi criada pelo artista britânico Paul St George. O efeito era conseguido por meio de câmeras conectadas como uso de fibras ópticas. Segundo o site do projeto, ia até o último domingo.
Eu participei. Desembolsei uma libra e fiquei quase uma hora na fila. Era impressionante o interesse que causava do lado onde eu estava, em Londres, pertinho da Tower Bridge. Não só as pessoas acenavam uma para outras, como trocavam recadados em uma lousa (registrei isso aí na segunda foto).
Este vídeo aí, que achei no YouTube, mostra a ponta nova-iorquina, nas proximidades da Brooklyn Bridge.
Agora, divagando: o Teletroscope é como se fosse uma webcam gigante, com transmissão ao vivo entre as duas metrópoles. Velho princípio da videoconferência. O bacana é ver, cada vez mais, a tecnologia também como obra de arte, porque era isso, afinal de contas, a que essa instalação se propunha.
Sobre as fotos, a bonita imagem à esquerda era de divulgação do Teletroscope. As outras duas foram cliques meus.
"Em maio, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades. Ao somar ainda os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, salta para 20,6 milhões o número de brasileiros por mês navegando nas chamadas redes sociais. Isso representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a web mensalmente."
As informações acima foram divulgadas hoje pelo IBOPE//NetRatings.
Foto: reprodução |
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Com o Download Day, o Firefox queria mesmo é abocanhar uma fatia maior do bolo de participação de mercado do Internet Explorer... Apesar dos 8 milhões de downloads em 24 horas (superando as expectativas), é bom ir se contentando com outro tipo de bolo.
Trata-se já de uma tradição. No lançamento do Firefox 2, o time do IE tinha enviando o mesmo tipo de presente aos rivais, que congelaram um pedaço.
Eu tenho lá minhas dúvidas: bolo do rival dá indigestão?
Também confesso que ando impressionada com o hype em torno desse lançamento. Dá até para baixar e imprimir seu próprio certificado de participação no Download Day (aqui).
A foto acima é do Flickr de John Slater, diretor de criatividade da Mozilla.
Não basta ser considerada pela Fortune a melhor empresa do mundo para se trabalhar, é deles também o melhor anúncio de empregos.
E para vaga no Brasil.
Foto: reprodução |
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Prometi no ZH Digital de hoje (lê minha coluna aqui) falar no blog do Gmail Labs, que está disponível para quem usa o webmail em inglês. Permite, lá em Configurações, habilitar 13 novas funcionalidades.
Não são muito úteis, é verdade. Tem uma que permite esconder o contador de mensagens não-lidas. Outra é para adicionar novos ícones de sinalização de mensagens. Dá também para mudar a forma como aparece a data e hora. A mais curiosa é a que permite jogar Old Snakey - o jogo da cobrinha aí na imagem - enquanto espera novas mensagens.
Mais útil mesmo é Quick Links, que adiciona uma caixa na coluna à esquerda onde dá para guardar links para fácil acesso, por exemplo, a buscas freqüentes.
Ponderações sobre o ASSUNTO DO DIA (da semana, possivelmente):
* Antes de começar a contagem do Download Day do Firefox 3, eu e o Jaime, o editor roqueiro do ZH Digital, estávamos analisando o mapa dos participantes.
– Pô, Uruguai deve ter menos usuários que a Cidade Baixa - disse ele, ao ver pouco mais de 3 mil inscritos do país vizinho.
Isso era por volta das 13h30min, e o Brasil só perdia em inscritos para os Estados Unidos e para a Polônia (!!!), únicos países com mais de 100 mil interessados em participar do Download Day. Na verdade, o número de brasileiros era quase a metade do de norte-americanos, mas, se formos considerar que a internet deles é mais do que o triplo da nossa, dá pra entender por que nós somos um mercado tãooo importante para a Mozilla, a ponto da cúpula da fundação ter desembarcado no Fisl em abril.
* Ainda o Jaime. Ele cogitou que o site para download da nova versão do Firefox ia ficar travado pela quantidade de solicitações. Eu disse que não, bem capaz. Com tanto alarde que estavam fazendo, era óbvio que eles iam se precaver para que desse tudo certo. Mordi a língua, é claro. Pelo menos não foi o fiasco do lançamento do AVG 9.
* Várias tentativas, e a página continuava fora do ar. Comecei a espernear, eis que ouvi a interessante sugestão de outro colega:
- Baixa só amanhã, pra eles não baterem o recorde. Vou fazer o movimento "recorde de downloads do Explorer".
Isso, aliás, rende um parênteses.
(Pouco importa a marca de downloads que a Mozilla irá atingir em seu Download Day, o Firefox já tem presença garantida no livro dos recordes como software mais baixado nas 24 horas de lançamento. Motivo simples: o Guinness não conta com nenhum detentor dessa marca. Dããã.)
* Agora sobre o novo software propriamente dito. Já está instaladinho (arquivo de download de 7 mega).
E a primeira boa notícia é que é compatível com o "tema mulherzinha" que uso na navegador - ele não tava disponível no beta. :-)
Aliás, o bom de vir testando as versões betas desde o início é que isso permitiu acompanhar as suas melhorias gradualmente...
Ah, sim. A péssima notícia é que a extensão para o TinyURL, entre outras indispensáveis, ainda não são compatíveis. Meu momento surto! Mas é tudo questão de tempo, eu sei.
* Adianto que o caderno ZH Digital está preparando uma reportagem com tudo o que você precisa saber sobre o Firefox 3.
E como eu quero que o bem de vocês, meus leitores fofos, recomendo que cliquem aqui e baixem aquele que é disparado o melhor browser de internet.
A propósito. Quem já baixou o Firefox 3, por favor, PITACOS SÃO PRA LÁ DE BEM-VINDOS AÍ NA CAIXA DE COMENTÁRIOS.
Outdoor da Vodafone em LondresFoto: Vanessa Nunes, ZH |
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Aqui no país do Orkut, o Facebook segue sendo um nanico. Mas fiquei impressionada com o quanto é popular na Inglaterra. Pergunte a um londrino se sabem o que é Orkut, e possivelmente a resposta será um ''não''. Em compensação, a rede social criada por Mark Zuckerberg é tão popular a ponto de vermos propagandas como a estampada aí na foto. Em outdoors espalhados pela cidade, a operadora Vodafone promete acesso ilimitado à rede social para que seus clientes não fiquem sozinhos no escuro. Esta semana chegam notícias de que o Facebook desbancou o MySpace na posição de rede social mais acessada do mundo, com 116,38 milhões de visitantes únicos em abril _ ou seja, 641 mil a mais que o rival, segundo medição da comScore. Daqui pra frente a disputa promete esquentar mais ainda. Incluindo aqui no Brasil. Recentemente o Facebook ganhou versão em português, mas por aqui ainda perde para o MySpace e, claro, dificilmente um dia essas duas redes serão capaz de se ameaçar a liderança do Orkut. É prometida para amanhã uma reformulação visual do MySpace. Quero só ver, porque convenhamos que o visual atual do site é muuuito ruim. Ah, o Facebook é outro que promete uma repaginação em seus perfis.
Uma das minhas primeiras aquisições lá em Londres foi um adaptador para o bizarro padrão inglês de tomadas: dois pinos horizontais e retangulares e, acima deles, outro posicionado verticalmente. Segundo a Wikipédia (aqui), as tomadas inglesas são do tipo BS1363.
Enfim, é nisso que dá cada país ter um padrão diferente. Haja adaptador...
Mas a dica para quem viaja muito é comprar um adaptador universal, com conexão para vários formatos de plugues. Alguns têm até conexão USB.
Neste vídeo, mostro como funciona um desses equipamentos:
A embalsamada ovelha DollyFoto: Vanessa Nunes |
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Não é um post sobre informática, mas acho que vale. Lembram a ovelha Dolly? O primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta, "rebento" do Instituto Roslin, da Escócia. A Dolly foi sacrificada em 2003, aos seis anos de idade, devido a uma infecção pulmonar. E depois foi embalsamada. Está exposta no Museu Nacional da Escócia, em Edimburgo. Ao visitar a cidade, durante as férias, não perdi a oportunidade de vê-la de pertinho. Meu tour pelo museu foi digno de um "where is Dolly?" (em um trocadilho infame com o "onde está wally?), afinal, essa era uma das principais atrações do local. Está exposta dentro de um "aquário", que fica girando.
Foto: Paul Sakuma, AP |
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Em primeiro lugar, isso significa que a novela Microsoft-Yahoo!, ATÉ QUE ENFIM, chega ao seu desfecho. Ufa!, porque ninguém mais agüentava esse assunto, né. Recapitulando, então, o último capítulo. Ontem foi anunciado uma parceria entre o Yahoo! e... o Google (aqui está o comunicado do Google à imprensa, em inglês). É na área de publicidade (lembra que, com a compra do Yahoo!, a Microsoft queria combater os avanços do Google exatamente nessa área). Na prática, significa que o AdSense será estampado em resultados de buscas no Yahoo! (somente nos EUA e Canadá). O acordo também não é exclusivo. O Yahoo! poderá escolher entre exibir seus próprios anúncios, os do Google ou de outros parceiros. Para o Yahoo!, expectativa que o negócio movimente US$ 800 milhões no primeiro ano. Alívio bem-vindo aos bolsos do Seu Jerry Yang. Nem preciso dizer, né, que Yahoo! e Google ganham. Também dá pra imaginar quem perde. Só que agora a pergunta é outra: o que o titio Bill irá fazer com os milhões de dólares que pretendia investir no Google? Isso já vinha se especulando desde que a Microsoft afirmou ter desistido da compra, mas... Sempre vale voltar ao assunto, afinal, quem será a vítima da vez? É bom irmos nos preparando para uma nova novela.
Foto: Fernando Gomes, ZH |
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Opa. De volta hoje ao ar-condicionado destemperado da redação de Zero Hora, caí direto na primeira reunião do novo Conselho de Leitores do caderno ZH Digital. A cada semana, a partir do dia 25, um deles irá dar os seus pitacos na página do caderno sobre a edição anterior. Mas vamos às apresentações. Na foto ao lado, da esquerda para a direita: * Ricardo Reginato, 45 anos, consultor de internet * Alexandre Schossler, 27 anos, psicólogo * Ronaldo Prass, 30 anos, desenvolvedor de software * Eduardo Wordell, 29 anos, vendedor * Paula Jung, 31 anos, professora e pesquisadora na área de cibercultura * Karen Luz, 30 anos, dona-de-casa Ah, a idéia do Conselho de Leitores é trocar figurinhas. Ouvir sugestões de pautas, críticas, saber o que pensa quem lê o ZH Digital, o que gosta ou não no caderno. Mas quem não faz parte do time acima não só pode como deve participar com suas sugestões. Eu atendo em vanessa.nunes@zerohora.com.br e o e-mail do caderno é zhdigital@zerohora.com.br.
Foto: reprodução, www.nerdson.com |
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Eu já tinha falado no ZH Digital, há uns dois meses, das tirinhas de Karlisson Bezerra, o Nerdson, publicadas aqui, sob licença Creative Commons. A tirinha acima - ideal para um 12 de junho - foi feita por ele com a colaboração do seu xará Cárlisson Galdino.
Há tanto quem defenda as tecnologias WiMax e 3G como complementares quanto os que falam em uma disputa entre as duas.
Meus pitacos são de que podem, sim, ser complementares para que a banda larga, quiçá um dia, chegue a todos os cantos. Mas que uma delas vai despontar entre os usuários domésticos, ah, vai sim. O 3G, pelo menos hoje, parece estar mais próximo disso.
Já que caminhamos cada vez pela mobilidade, com o telefone celular como meio convergente. Será ele, cada vez mais, o centro de nossas vidas digitais. Ok, isso não acontecerá com o 3G. Afinal, não é de hoje que se fala em seus sucessores, como a tecnologia 4G, assim vai.
Com o WiMax também teremos mobilidade irrestrita. Mas isso, infelizmente, não é coisa para agora. O que a Embratel lançou ontem no Estado, por exemplo, foi a tecnologia dentro do padrão fixo e com foco em pequenas e médias empresas. Ainda vai levar um tempinho, infelizmente, para vermos o WiMax móvel em ação.
Tem a questão do preço da tecnologia, claro. Tanto de uma quanto de outra. Escala é decisivo nisso. Por que a internet via satélite, que chega a todos cantos, não pegou? É caro, principalmente para o usuário doméstico, mas a certo modo, ela resolve o problema de lugares em que a banda larga cabeada não está presente. É alternativa adotada por muitos pecuaristas no Interior do Estado.
De qualquer forma, ainda é cedo para dizer qual tecnologia de banda larga dominará as próximas gerações de redes móveis. Mas está na hora de começarem as nossas apostas.
A Zero Hora de hoje traz uma reportagem sobre a chegada do serviço WiMax da Embratel à Capital (leia aqui). No vídeo abaixo, o colega Rodrigo Müzell comenta o assunto.
E a ZeroHora.com preparou um infográfico animado explicando a terceira geração de celulares, mais badalada agora que, finalmente, o iPhone também é 3G.
Veja aqui.
Anotaí porque é beeem legal - eu, pelo menos, gosto horrores desses debates sobre a cultura hacker (lembrando que hacker não é o criminoso virtual, afinal, pra isso há termos mais adequados como o de crackers).
Então. Na sexta-feira, às 9h, tem uma palestra aqui na província da antropóloga Gabriella Coleman, pesquisadora da Universidade de New York (NYU).
O título é pomposo: “Revoluções Silenciosas: o irônico surgimento do software livre e de código aberto e a construção de uma consciência legal hacker”.
Será no auditório do ILEA, no Campus do Vale, com ENTRADA GRATUITA. E mais: com transmissão pela web em tv.softwarelivre.org.
Vanessa Nunes é viciada em internet. Nasceu em Butiá (RS) há 25 anos, é jornalista formada pela Fabico/Ufrgs e repórter de informática de Zero Hora desde 2005. No caderno ZH Digital, às quartas-feiras, assina a coluna Tecnologia na Cabeça. Neste blog, dá pitacos sobre o que está rolando no mundinho dos bits. Leia os termos e condições deste blog
Atende em vanessa.nunes@zerohora.com.br.
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