



Lembre de todo mundo que você já viu em filmes e séries no site do IMDb

Quem vê mais de uma série por semana precisa do orangotag para se coordenar

Confira a programação completa de TV no hagah conforme sua operadora
Atira, Michael! Atira!Foto: Reprodução, Fox |
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>>> CUIDADO! COMENTÁRIOS SOBRE Prison Break DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA <<<
Antes de mais nada, permitam-me dar um linkzinho: aqui é possível assistir ao episódio duplo de estréia da quarta temporada de Prison Break online, sem legendas. E futriquem afu neste www.tv-video.net para descobrir outros shows disponíveis. Fantástico.
Finalmente, Breaking and Entering. Tudo muito apressado, tudo muito corrido. Aos cinco minutos de episódio eu já estava implorando por um flashback (que não veio e provavelmente não virá). O ritmo de PB sempre foi acelerado, mas desta vez forçaram a mão para explicar tudo rapidamente e embalar de uma vez na história do quarto ano. Vamos destruir a Company? Vaaaamos. Então senta que lá vem ação na TV. Sem muita coerência, obviamente, mas com a boa dose de adrenalina que Prison sempre entregou.
Muitas perguntas ficaram em aberto no final da terceira temporada. Incendiaram Sona para transferir toda a cambada do Panamá para Los Angeles. Eu entendo que eles precisavam dar uma nova dinâmica à série, só que abreviaram tudo e pularam etapas. Darei uma chance porque sou viciada em PB ('alilás', Mahone e Sarah também eram junkies e ficaram limpos de uma hora pra outra... Vai que eu consigo largar este vício?).
Para começar, o tal retorno de Sarah. A gente sabe que a atriz renegociou contrato para reaparecer agora, mas poderiam ter inventado uma pegadinha menos chocante na terceira temporada. Tudo bem que o Linc é burro, mas será que ele não reconheceria a cabeça decapitada da namoradinha do irmão numa caixa? Botaram a culpa de tudo no pobre ex-presidiário. Nem o moscão do Burrows merece esse fardo.
Curti as cenas "Mansão Break". Curti o novo cara da Company (o ex-marido da Miranda em Grey's Anatomy). Não curti o novo cara que ajuda os detentos (justamente um presidiário tonto em My Name is Earl). Ele não convence como chefe dessa nova operação. Curti que a conga-conga Gretchen não tenha morrido. Não curti que o Whistler tenha morrido. Curti o T-Bag tendo mais uma vez o controle da situação - que diabo será a tal chave no envelope? Não sei se curti o Bellick e o Sucre de amiguinhos. Mas definitivamente curti o japinha geek que irá ajudar a turma a copiar o Scylla, lista hardcore digna de segredos da CTU. Ele tem até o mesmo jeitão mal humorado da Chloe - não deve ser mero acaso.
Finaleiras:
1. A exemplo do Photosynt, o inacreditável programa da Microsoft apresentado no CSI, será que já existe ou algum dia existirá um equipamento eletrônico tipo o do japinha?
2. Mahone não se abalou nem um pouquinho com a morte brutal de sua família? Tirando a ceninha do porta-retrato, ele não demonstrou nada, nadinha. É preciso explorar mais o lado louco do personagem.
3. Por que o Michael removeu as tattoos se ele continua usando manga comprida mesmo com esse calooor?

4. Al-al-al, o T-Bag é canibal!
Nate em climinha de sedução com a milf + Blair e Serena em momento amigasFoto: Reprodução, CW |
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>>> CUIDADO: COMENTÁRIOS SOBRE Gossip Girl DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA <<<
Altas expectativas para Summer, Kind of Wonderful, mas o episódio de retorno do hit não decepcionou. O verão foi bacana para a galeria rica do Upper East Side. Dan ficou sofrendo uma dor de cotovelo, Blair fingiu não estar magoada com Chuck, Jenny está trabalhando para a versão feminina do Walderrama, Nate andou catando uma milf casada para si e Serena... Bem, Serena continou sendo Serena. Depois de uma festinha chique básica, todos se encaminham para um ano de muita fofoca e pouco estudo.
A-do-rei que acharam um triângulo amoroso para Blair: ficar com Chuck Bass-tard ou James/Marcus (até eu me derreti com aquele sotaque britânico e o título de lorde). Vamos combinar que B. & C. se merecem, mas ele não foi capaz de dar o braço a torcer. Que pena. Lá pela vigésima temporada isso deve acontecer, afinal não vão dar à audiência o que ela quer de bandeja.
A vovó ex-from hell Van Der Woodsen virou do bem subitamente e fez os lados de Dan com Serena numa boa ação que irá garantir o céu. Obviamente o pobrinho deu o flagra num beijo melequento entre a loira S. e o ricaço N., que se veste como um mendigo, mas o casalzinho se entendeu logo após o banho de bebidas coloridas no terninho branco. Dan não me convence como pegador de verão, tampouco o papai Humphrey me vende a idéia de que está em uma turnê musical bem-sucedida, mas come on: a série é Gossip Girl, onde tudo é possível e permitido (até gravatas borboletas em uma festa na praia).

Tudo de acordo com o que havia sido divulgado de spoilers até então. Mas o pior (o melhor, na verdade) ainda vem por aí: Aaron está chegando na parada. É o pirralho aí da foto ao lado (John Patrick Amedori). Para quem gamou nos livrinhos de Cecily, dá pra prever que vem história boa envolvendo o amor de Serena por aí.
Até mais! Xo, xo...

P.S.: É permitido fazer topless em Nova York?
Anyway, só mesmo Chuck Bass para encontrar três garotas de Portugal para promover um agito desses.
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>>> É mais uma da série "a vida imita a ficção das séries de TV":
Policiais encontram jacarés em operação contra o tráfico no Rio: Animais eram usados por traficantes para se livrar de corpos de criminosos rivais mortos na região. Via ZeroHora.com
Quem não lembrou do caso da primeira temporada de NIP/TUCK?
Christian Troy e Sean McNamara tiveram que se livrar do corpo de Silvio Peres e deram de presente para os jacarés. Anos depois desta façanha, os cirurgiões repetiram o feito - desta vez com o traficante Escobar Gallardo. Foi em 2006, na season finale da quarta temporada - episódio Gala Gallardo. Me-do!
Foto: Divulgação, Sony |
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Para quem curte reality shows - especialmente os de moda -, eis a dica do Banho de Loja para acompanhar os seriadinhos novos da TV.
O Brazil´s Next Top Model, de novo com a sobrancelhuda Fernanda Motta no comando, começa nesta quinta-feira na Sony. Confere lá a dica da MPaul.
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Não podendo vencer o download ilegal de suas séries de TV, a Warner gringa decidiu lucrar na rede: o site www.thewb.com traz streamings de seriados como BUFFY, FRIENDS, O.C. e SMALLVILLE. Li na Folha hoje.
Infelizmã os vídeos não estão acessíveis fora dos EUA.
Quem acessa do Brasil recebe a seguinte bizarra mensagem:
Por favor, escreva ao representante governamental de sua região se você quer lutar contra essa injustiça para que um dia, quem sabe, fãs do mundo inteiro possam desfrutar da TheWB.com.
Aham. Bem certinho.
Já tô fazendo a cartinha pro meu representante do governo, tá?
Muuuuuuuuuuuuuuuuu!
Venha mugir comigo a partir desta reportagem da Capricho: quem são as personagens mais bovinas das séries de TV?
Olha quem ficou em primeiro lugar, incontestável:

1. Blair Wardolf ("Gossip Girl")
A personagem interpretada pela atriz Leighton Meester discute, chora, faz de tudo para destruir quem vai contra seus planos e sempre se livra de enrascadas com a maior classe. Essa sim merece estar no topo das mais bitches!
E segue a listinha Caprichosa:
2. Frannie ("Greek")
3. Débora Rios ("Malhação")
4. Paris Hilton ("The Simple Life")
5. Rachel Gatina ("One Tree Hill")
6. Wilhelmina Slater ("Ugly Betty")
7. Taylor Townsend ("The O.C.")
Tirando Malhação e Simple Life, concordo com as escolhas de Greek (adicionaria ainda a metidinha irmã Cartwright à lista). Já Rachel é a mais tinhosa mesmo de Tree Hill obviamente, enquanto Amanda disputa unha a unha o quesito cretina com Wilhelmina em Ugly Betty. Mas chamar a Taylor de perversa é um pouco demais. Não viram a quarta temporada de O.C. não? Ela fica fofa!!!
Foto: Reprodução, HBO |
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Todo mundo que vive de escrever - seja jornalista ou publicitário - passa por momentos de "branco". E a maneira como cada um supera (ou não) estas situações já rendeu inúmeras crônicas por parte de quem as enfrenta.
Pois assistindo ao episódio 11 da primeira temporada de MAD MEN eu aprendi uma diquinha com Don Draper. Ele deu uma orientada rápida para sua secretária, Peggy (minha personagem preferida entre as mulheres da Sterling Cooper, disparado), quando percebeu que ela andava penando para ter uma boa idéia de uma campanha publicitária.
"Peggy, pense intensamente nisto. Então esqueça dele. E uma idéia vai vir direto na sua mente."
Não sei se funciona sempre, mas eu fiquei uma meia hora matutando sobre o que escrever para o próximo domingo. Depois larguei de mão. E aí deu certo :)
>>> Ah, sim. A tal peça publicitária de Peggy era uma calcinha/cinto "para perder peso" que na real funcionava como vibrador. Tipo aquele aparelho bizarro que a Feiticeira vendia (não a Feiticeira da série, e sim aquela dançarina do Luciano Huck).
Não é que falte assunto, mas essa midseason anda tão fraca que eu prefiro economizar o teclado do que escrever adjetivos como "previsível" ou "chato".
Tirando os vazados Fringe e Mentalist, cujos episódios adorei e em seguida odiei porque não havia continuação (justamente por serem pre-air), nada me emociona muuuuuito.
Sigo acompanhando Swingtown, depois da resistência inicial, e Flashpoint, que é a novidade mais comentada entre os que estão na grade americana atualmente, mas eu viveria muito bem sem ambos.
Ainda bem que setembro tá ali virando a esquina.
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- Juliano diz:
viu a pré-venda de LOST no submarino?
camila diz:
nope. parei de comprar caixa por falta de space
camila diz:
"LOST in space"
- Juliano diz:
afff...
camila diz:
:)
- Juliano diz:
ó o link
- Juliano diz:
com brinde...
camila diz:
brinde: um teclado igual ao do computador da escotilha
brinde: um cajado igual ao do mr. eko
brinde: a camisetinha hering da kate
- Juliano diz:
huehuehue
- Juliano diz:
é a mochila do locke ... hueuhehuehue
camila diz:
os esparadrapos dos dedos do charlie
- Juliano diz:
camisetinha hering da kate só se vier com ela dentro....
camila diz:
então eu prefiro os óculos quebrados do sawyer com ele de arrasto
- Juliano diz:
eheheh
camila diz:
vou publicar isso no blog.
- Juliano diz:
bah !
- Juliano diz:
tu acabou de bolar uma baita enquete na real...
- Juliano diz:
huehuehuehue
camila diz:
viva a interatividade!
camila diz:
Qual brinde de Lost você gostaria de ter em casa?
Foto: Reprodução, CBS |
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Essa é pra quem adora as exageradas parafernálias tecnológicas usadas em seriados de investigação criminal.
Volta e meia eu me espanto vendo uns CSIs da vida e seus equipamentos de última geração que praticamente resolvem todo o mistério do episódio.
Lembro que meu queixo caiu, por exemplo, quando vi o Warrick tentando convencer o Grissom de que um aparelho metido a besta podia identificar cheiros impregnados em paredes ou tecidos e fornecer até o nome de um perfume a partir da composição de moléculas ou whatever. Isso e mais outras dúzias de inovações que são apresentadas na TV (e que a gente pensa que é ficção).
Pois a história a seguir é um trecho de CSI:NY, quarta temporada, episódio 18.
Os caras da série conheceram um projeto do departamento de pesquisas da Microsoft chamado Photosynth. Trata-se de um programa que faz - entre outras milhares de coisas geniais - reconstituição de cenas em 3D a partir de imagens comuns. Lá estão os amigos forenses investigando um assassinato e: eles recolhem fotos tiradas de celulares em uma festa para reconstruir no laboratório todos os mííínimos detalhes do que aconteceu no ginásio da escola. Ge-ni-al!
Assistindo ao trecho do YouTube dá pra ter uma idéia ainda melhor de como isso funciona:
E eu achava que um troço phoderoso assim só existiria na ficção. Sabe quando a gente vê Minority Report e fica doido com as possibilidades? Chegamos lá!
Li a novidade lá no MeioBit.
A dupla de investigadores: ela é fraquinha, ele é ótimoFoto: Divulgação, CBS |
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Eu me apaixonei pelo "mentalizador".
Quando a versão pre-air do piloto da série acabou, fiquei doida porque não havia um segundo episódio pra ver. Tu assistiu também?
Óbvio que a idéia passa longe da original: sujeito com supostos poderes psíquicos ajuda a polícia a desvendar crimes. Vide Psych ou Monk, os hits da USA. A graça da nova série da CBS está também no sujeito da ação. No papel de Patrick Jane, o interessantíssimo Simon Baker (de O Diabo Veste Prada) nos prega uma pegadinha com sua capacidade de "vidente".
Ficou claro pra mim que o tchan da série é a absurda capacidade de observação do cara. Se no CSI a gente engole todos os insights dos investigadores, por que não vamos nos convencer de que Patrick capta detalhes e pistas sobre tudo que envolve um crime? No episódio-piloto ele dá um show de perspicácia e saca quem cometeu os tais assassinatos em questão. Não tem paranormalidade ali, vai. Ele é apenas muito esperto.
Se tirassem a "Veronica Donovan" (Robin Tunney, que já era dispensável em Prison Break) como coadjuvante a coisa ficaria ainda melhor. Que atriz canastrona, pelamordedeus. Tem sempre a mesma expressão de cachorro perdido que não decorou seus latidos direito. Já os outros coadjuvantes não me incomodam, pois estão lá só pra deixar o Patrick dar seu show sozinho.
Aquele mix de arrogância com tiradinhas engraçadas combina bem com o personagem. Pelo jeito alguns flashbacks vão nos ajudar a entender ainda mais sobre a motivação dele (ô história punk). O tal serial killer "Red John" vai dar um bom caldo na primeira temporada.
>>> E daí que é mais uma série de procedimento? Nem sempre é preciso renovar a fórmula para captar uma audiência (Flashpoint taí pra comprovar isso).
>>> 23 de setembro, portanto, vou aguardar o início de The Mentalist junto com mais outras toneladas de coisas.
Foto: Divulgação |
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Entressafra de temporadas é um período marcado por especulações: todo mundo sai à cata de novidades sobre as próximas histórias de suas séries favoritas. Setembro marca o retorno de hits nos Estados Unidos – se o santo da TV paga permitir, chega (quase) tudo ao Brasil até o fim do ano. Umas são mais aguardadas que outras – e a quantidade de spoilers divulgados é diretamente proporcional à expectativa dos fãs.
Confira a leva do que vem por aí:
>> E cuidado com os spoilers!
DESPERATE HOUSEWIVES – Temporada nº cinco traz cinco anos de avanço no tempo e mais um big mistério: desta vez vários novos vizinhos invadem Wisteria Lane. Um deles será próximo de Eddie. O casal gay continua morando lá. E nem todo mundo está feliz como parecia na season finale. Uma embarangada Gabby se enturma com socialites gastando todo o dinheiro das drogas de Ellie. O cegueta Carlos vira massagista e atende o mulherio em casa. A perfeccionista Bree lançará um livro de receitas, com Katherine em sua equipe. O filho Maynard não segurou Susan e Mike, separados e com custódia compartilhada. A escritora de livros infantis está mesmo de romance com outro carinha! Para Lynette, Marc Cherry planeja a maior dor que uma mãe pode sofrer: a perda de um filho. Será um fim de ano desesperado.
GOSSIP GIRL – Momento affair maduro: Nate irá ignorar as gurias e deve se envolver com uma trintona poderosa, ex-modelo e cheia da bufunfa. Para surpresa da audiência teen, ela tem uma conexão próxima a outro personagem do show. Me-da! Blair e Chuck podem ficar juntos de novo - em uma festinha básica no Hamptons, eles conversam sobre o que podia ter rolado entre eles. Blair, obviamente, irá usar um garoto para deixar o riquinho com ciúmes. Serena e Dan também reavaliam o término do namoro. Chega a rolar uma sessão de amassos no segundo episódio, mas não vai além. Os cartazes de divulgação insinuam que a segunda temporada de GG será ainda mais picante. Hmmm.
GREY'S ANATOMY – Acredite se quiser: até Denny Duquette deve voltar a aparecer na quinta temporada da novelinha médica. O supercasal Meredith-Derek está McFeliz, mas a McChutada enfermeira Rose irá atrapalhar a paz dos cirurgiões. Boatos dizem ainda que Callie pode estar carregando um míni-McSteamy na barriga. Já pensou? As coisas entre ela e Erika andam confusas. E o cirurgião plástico pode vir a ter um casinho com Lexie Grey. Arghs!
HEROES – Slogan novo no ar.: em vez do clássico “Salve a cheerleader, salve o mundo”, há “bem-vindo ao nível 5” e “escolha um lado”. Em Villains, o volume 3, Nathan está bem, obrigada, Sylar está ainda mais do mal e traz de brinde... Claire do lado dos vilões! Ela vai se chocar com... Peter! Fora isso, uma única seringa será capaz de dar poderes a qualquer mortal. Imagine a farra... Um dos novos heróis será Mohinder, que irá se envolver com a chorona Maya. Quilos de gente nova batem ponto, como uma garota superveloz na cola de Hiro. Força, Tim Kring!
Aos 43 anos, Brooke continua sedutora como à época da adolescênciaFoto: Divulgação |
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A mãe da história é a mesma – Candace Bushnell, ícone da literatura contemporânea mulherzinha. Até a cidade é a mesma: a cosmopolita Nova York. LIPSTICK JUNGLE, a nova atração da grade brasileira da TV paga, que a Fox estréia nesta segunda, às 22h, copia a ação do livro homônimo da autora do fenômeno Sex and the City e joga as amigas no mundo dos negócios. A diferença é que em vez de quatro, elas agora são três e a Carrie se chama Wendy, papel de Brooke Shields.
Da aparição polêmica quando criança em um bordel de Pretty Baby, passando pela adolescente que descobriu a sexualidade em uma ilha deserta em Lagoa Azul, até o atual papel de executiva poderosa, se passaram três décadas. Brooke cresceu e amadureceu nas telas de cinema e páginas de revistas sob o olhar da mídia. Agora, aos 43 anos, não se importa em falar do passado conturbado, mas sem dramas. Tudo o que quer é seguir na comédia. Com a experiência de quatro anos em Suddenly Susan, Brooke volta à TV no papel que mais fecha com sua rotina atual.
Mãe de família, executiva de sucesso e bem casada, sua Wendy tenta lidar com a tripla jornada na tal selva de batom – a série é transmitida dublada, mas o nome seguirá sem tradução formal.
Em entrevista coletiva internacional por telefone, da qual Zero Hora participou em junho – por acordo com a assessoria de imprensa, a conversa só pode ser publicada às vésperas da estréia –, Brooke respondeu a perguntas de jornalistas da América Latina, continente ao qual elogiou no fim do papo. Empolgada por já ter começado as gravações da segunda temporada, prevista para 24 de setembro nos Estados Unidos, Brooke comemora a presença de nova colega no set: Mary-Tyler Moore, pioneira em interpretar o perfil de mulher independente na TV, que fará sua mãe no seriado.
Pergunta – Sua personagem vive na pressão de um emprego estressante e de ser mãe e esposa. Você vê semelhanças com sua própria vida?
Brooke Shields – É quase um reality show. Eu me identifico com Wendy de um jeito bom. Não me visto tão bem quanto ela, mas identifico a sensação de nunca me sentir perfeita. Só seguimos sempre tentando fazer de tudo.
Pergunta – O texto ser baseado em um livro de Candace Bushnell foi importante para você aceitar o papel?
Brooke – Definitivamente. Eu já havia lido o livro na época do lançamento e achei engraçado e inteligente, ao mesmo tempo em que tem um certo drama.
Pergunta – O que você acha das comparações entre Lipstick Jungle e Sex and the City?
Brooke – É uma honra. Se tivéssemos um pedacinho do sucesso de Sex seria maravilhoso. É da mesma autora, mas é uma história diferente. As mulheres estão mais focadas no mundo empresarial, em uma versão mais atual. As personagens estão em etapas diferentes. Elas podem ser boas amigas, boas esposas e boas mulheres de negócios.
Pergunta – O que você acha de mulheres que querem um homem ao lado delas, mas que não precisam do suporte financeiro deles?
Brooke – Candace retrata isso muito bem. Acredito que essa situação está ficando mais possível a cada dia. É importante para as mulheres tocarem sua carreira e se sustentarem, pois isso leva o relacionamento a outro nível. Cresci acreditando que ninguém poderia me sustentar. A liberdade que gera até realça o amor do casal.
Pergunta – Wendy Healy é uma mulher de muito sucesso. Você usou referências de mulheres poderosas reais para criar sua personagem?
Brooke – Não apenas uma mulher, mas várias – especialmente na Califórnia, onde há muitas executivas de cinema, e em Nova York, as quais conheci ao longo dos anos. Wendy é um pouco de todas. São pessoas que não precisam prejudicar ninguém para fazer amizades ou progredir em suas carreiras.
Pergunta – Na série você já encontrou seu príncipe encantando, mas como o mantém?
Brooke – Acho que o foco não é ter encontrado o príncipe, já que isso não costuma durar. Wendy tem um relacionamento bom com seu marido. Há a sexualidade ativa e eles dividem as tarefas como pais. Mas o principal é que eles são muito amigos e respeitam um ao outro de um jeito profundo. Gosto de ver uma história assim. Não é porque um deles tem sucesso (no caso, Wendy) que o outro precisa trair ou mentir. É um erro acreditar que a pessoa tenha que ser um príncipe encantado, pois isso não resiste a 20 ou 30 anos de vida em comum.
Pergunta – Muitos homens se sentem receosos com mulheres como Wendy. Um show como Lipstick Jungle fará com que eles percam esse medo ou fiquem ainda mais atemorizados?
Brooke – (Risos) O que estamos querendo mostrar é que podem deixar o medo de lado e juntar–se a nós. Unir forças. O mais inteligente que um homem tem a fazer é levar essas mulheres para seu time. Acreditar nelas, sabe? Acho que a parte que os amedronta é a possibilidade de um homem perder seu emprego para uma mulher. Mas o que a série diz é que estamos jogando limpo. Não vamos ter que pisar na cabeça de ninguém para subir.
Pergunta – Foi difícil para você crescer sob os holofotes?
Brooke – Acho que foi menos difícil para eu me ajustar do que para jovens que estréiam sem preparação e são sugados para dentro desse mundo. Isso sempre foi uma parte da minha vida. E a gente aprende a lidar com isso. Não foi tão pesado quanto poderia ter sido.
Pergunta – Sobre o episódio da depressão pós–parto, em 2003, quando você deu à luz à Rowan... Foi difícil ser a queridinha da América em um dia e no outro ser crucificada por isso (Tom Cruise chegou a criticá–la em público porque a atriz tomava medicamentos)?
Brooke – Pela minha longa e sólida carreira, estou muito orgulhosa de mim mesma. Este episódio foi uma situação biológica que acontece com tantas mulheres... As estatísticas são inacreditáveis. Eu fui só mais uma mulher enfrentando essa situação.
Pergunta – Você ainda se sente julgada pela mídia?
Brooke – Isso nunca parou. Sempre há algo a falar. Mas isso faz parte de estar no mundo da fama. Foi por isso que eu escrevi um livro (Depois do Parto, a Dor, lançado no Brasil em 2006). Queria contar a história com meus termos e com a minha voz.
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Quem acompanha esse blog sabe que eu tenho um espaço fixo no caderno TV+Show da Zero Hora, publicado aos domingos. Pois na edição de hoje, dia 24, os seriados ganham um baita destaque não só na tradicional página 11. Confira:
>>> A capa de TV é sobre o fenômeno dos seriados, que desbancam as novelas. Foi feita por uma colega do jornal A Notícia, de Santa Catarina.
>>> Na página Central tem uma entrevista com a Brooke Shields, da qual participei em junho (por um acordo com a assessoria de imprensa, isso só podia ser publicado hoje)
>>> No Fora de Série versão papel tem um resumão de spoilers das próximas temporadas de Heroes, Desperate Housewives, Gossip Girl e Grey's Anatomy
Enjoy.
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Qual a melhor série para ver embaixo das cobertas na cama entupida de remédio e com uma caixa de lencinhos ao lado?
Foto: http://www.dextertherapy.com/ |
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Dexter Therapy: teste sua vibe serial killer.
Cada imagem de sangue apresentada irá te lembrar alguma coisa. Escreva (em inglês) no quadro indicado e aponte se isso te fez sentir tenso ou relaxado.
Não se espante com o resultado. Todo mundo tem um pouco de Dexter em si.
A brincadeira faz parte da divulgação do DVD da segunda temporada da série, lançado nos EUA na terça-feira.
Copa do Mundo: Grêmio x Flu na TV do PanamáFoto: Reprodução |
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Quase um ano depois de ter sido exibido nos Estados Unidos, em outubro do ano passado, o episódio de PRISON BREAK que traz uma cena de jogo entre Grêmio x Fluminense no temido presídio Sona será transmitido na Fox esta noite, às 21h. Tem até o Mauro Galvão no jogo! A cena rola aos 36 minutos do quarto episódio desta terceira temporada. Está todo mundo reunido no puxadinho de Lechero, manda-chuva da penitenciária no Panamá. O chefão está lá bem baixado com a turma vendo um futiba quando rola o seguinte bizarro diálogo: - Venha assistir à partida, venha - convida o "secretário" da gangue do Lechero. Comentários, por favor.
- Ah, sim, vocês chamam isso de futebol aqui, não é? - responde Bellick, o ex-guarda penitenciário que ninguém merece.
- É a Copa do Mundo... Futebol - responde o ananá, completando: - Sem os chapéus bobos que vocês usam na América, onde eles pulam uns nos outros como um bando de malucos.
As caras e bocas de Rainn Wilson na telonaFoto: Divulgação |
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Não perco por nada: THE ROCKER, com Rainn Wilson. Precisa dizer mais?
OK. Se a performance do hilário Dwight de The Office não é suficiente, lá vai o enredo da comédia: o cara faz um batera de uma banda dos anos 80. Afastado do grupo, ele vê os antigos companheiros fazendo um sucesso tremendo.
Duas décadas depois, ele continua com o sonho de ser um Roqueiro com R maiúsculo. A "chance" está em ser baterista da rock band de seu sobrinho. Óbvio que tocando as músicas oitentistas ele constrange o guri e seus amigos.
Se essa história fosse em Porto Alegre ele teria trampo certo tocando na Balonê.
Eu sou suspeita pra falar do assunto porque adoooro o estilo (vide Pop! Goes My Heart).
>>> O filmão tem ainda Christina Applegate no elenco. Estréia: 5/setembro.
Foto: Reprodução - Site do Governo |
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Interessante a proposta desta reportagem da Gazeta do Povo de investigar a atração que as séries médicas exercem sobre leigos e entendidos.
Sem entrar no mérito de que elas são fiéis ou não à realidade (coisa que eu adoooro discutir), a materinha traz um histórico do gênero na TV que serve de pontapé inicial para quem não está familiarizado com tal tipo de séries.
Ainda que superficialmente, o Caderno G fala do charme dos médicos e do fascínio exercido pelas histórias médicas.
Eu concordo com o seguinte: o mulherio é apaixonado pelo arrogante House porque - bem ou mal - o charme do cara vem da absurda inteligência. Ele é genial (e está sempre certo). Fora o fato de que ninguém resiste àquele ar de sofrenildo. Corrijam-me se eu estiver errada.
Tem ainda o lance de que "de médico e louco todo mundo tem um pouco". Acompanhar um caso sangrento de E.R. e ver como a cirurgia irá se desenrolar ou torcer para que Meredith e Derek encontrem a cura para um tumor no cérebro é emocionante. A gente se pega dando palpite pra TV na esperança de que nos ouçam!
Seriados, seriados, seriados.
E mais seriados.
E-mails
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camila.saccomori@zerohora.com.br
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